27 de abr. de 2010

Decepção de vez em quando faz parte da vida, mas só de vez em quando!

As vezes uma grande decepção nos faz voltar a ter inspiração, seja para escrever (como é o caso) ou para outras tantas coisas! Como você definiria decepção?! Será que essa palavra consegue passar o que você pode estar sentindo quando quer usá-la?! Segundo "Aurélio Buarque de Holanda Ferreira" decepção se define como o malogro (insucesso, fracasso) de uma esperança. Não acho que essa seria a palavra certa. No momento, identifico-me com a definição de decepcionar: desiludir-se, desapontar-se, desencantar-se. Seria eu um ser decepcionado, que se sente infeliz o bastante para ter o direito de cair em pranto, com tantas tragédias acontecendo ao redor?!
É tão fácil se obter decepção, porém é difícil obter das pessoas ou de algo que você realmente confia (ou pensava que poderia confiar) ou realmente acredita (ou procurava tentar acreditar). Talvez nem seja tão difícil como eu achava. A decepção vem de onde você menos espera.. do lado onde você menos pensava que poderia não dar certo. O ruim é quando você descobre a "decepção" da pior maneira, na pior hora. Será que um dia tudo pode voltar a ser como era antes, sem essa incerteza, essa tristeza, esse mal pressentimento que tanto incomoda?! Querendo ou não mudou, não mudou?! Ou será apenas coisa da minha cabeça, ás vezes é bom se fazer de vítima, mas não acho que seja o caso. O pior é quando você não sabe ao certo o que aconteceu... O que fez um estrago tão grande em algo que parecia ser tão sólido. É como levar um tombo e não ter forças suficiente para se levantar e, a cada vez que você tenta, a decepção vem mais forte, pois você não está conseguindo ficar de pé.
Só não consigo entender de onde surgiu coragem para voltar àquela cena... Talvez se eu não tivesse voltado nada disso estaria acontecendo.

2 comentários:

Sara Lima disse...

Talvez você não devesse voltar à cena se ela simplesmente não tivesse acontecido..

Juliana disse...

Talvez essa tal cena devesse ter acontecido para testar "a coisa" que acreditamos ser forte o bastante para não ser destruída.